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Funceme participa de reunião dos secretários de Saúde do Nordeste

Gestores foram informados sobre a situação atual da estiagem e suas repercussões no setor 


A maior seca dos últimos 50 anos, que já atinge 1.415 municípios, como já admitiu a presidente Dilma Rousseff, foi tema da Reunião dos Secretários de Saúde dos Estados do Nordeste, realizada nesta sexta-feira, 12, em Fortaleza, no Mareiro Hotel. No início da reunião, promovida pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), secretários e técnicos dos Estados nordestinos discutiram a situação da seca no Nordeste e as repercussões para o setor saúde. 

A gerente do Núcleo de Meteorologia da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Meiry Sakamoto, apresentou o quadro da seca no Estado. Segundo ela, desde o ano passado, órgãos nacionais e estaduais de meteorologia apontam maiores probabilidades de uma estação chuvosa abaixo da normal no Nordeste. Parcialmente, a quadra chuvosa no Ceará está cerca de 60% abaixo da normal.

“O prognóstico desfavorável foi atualizado ao fim de todos os meses de 2013. Já em abril, observamos que essa tendência permanecerá. Vamos oficializar essa informação na reunião de avaliação climática que será realizada na próxima semana, em Maceió, Alagoas”, disse Sakamoto.

Clima x Saúde

Segundo a meteorologista, a reunião também serviu de alerta para os gestores de saúde, já que, é comprovada a relação entre questões climáticas e algumas doenças. “Em outubro do ano passado, a Organização Meteorológica Mundial lançou um atlas de enfermidades relacionadas ao clima. Na nossa realidade, a seca induz a desnutrição infantil, que é um problema de saúde pública”, citou Sakamoto.

Nessa relação entre clima e saúde, também entra a sazonalidade da dengue no Ceará, que é relacionada à qualidade do período de chuvas. “Com a falta de chuvas, temos temperaturas mais elevadas e isso pode induz uma série de doenças. Outro exemplo são os carros-pipa. Muitas vezes este é o único meio de obtenção de água para uma comunidade e pode acontecer de chegar apenas água de qualidade inferior, o que afeta a saúde das pessoas”, lembra a meteorologista. 

Segundo ela, a reunião foi bastante proveitosa e o mais importante é que o encontro aconteceu por demanda dos próprios secretários. Ao final do evento, foi aprovada a Carta do Nordeste, sobre as repercussões da seca no setor saúde, que será entregue ao ministro da saúde, Alexandre Padilha, e à presidente Dilma Rousseff.

Fontes: Assessoria de Comunicação da Sesa 
e Assessoria de Comunicação da Funceme
12 de abril de 2013

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