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Pesquisador observa efeitos do aquecimento global no Atlântico Tropical

Após 1975, algumas áreas do oceano aqueceram mais de 1°C

Após observar dados de cinco décadas sobre a temperatura de superfície do mar (TSM) do Oceano Atlântico, o pesquisador Jacques Servain, do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD-França) e da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), apresentou na manhã desta quinta-feira, 6 de junho de 2013, a palestra “Tendências climáticas recentes sobre o Atlântico tropical no contexto do aquecimento global: Observações e incertezas”.

 

 

 

Após 1975, algumas áreas do oceano aqueceram mais de 1°C

Após observar dados de cinco décadas sobre a temperatura de superfície do mar (TSM) do Oceano Atlântico, o pesquisador Jacques Servain, do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD-França) e da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), apresentou na manhã desta quinta-feira, 6 de junho de 2013, a palestra “Tendências climáticas recentes sobre o Atlântico tropical no contexto do aquecimento global: Observações e incertezas”.

No evento, realizado na sede da Funceme, Servain mostrou que, entre 1964 e 2012 a evolução da temperatura das águas numa profundidade de até 700 metros é dividida em dois momentos distintos. Entre 1964 e 1975, as informações fornecidas pelas boias que monitoram esses dados in loco indicam que houve resfriamento da ordem de 1°C, mais evidente na parte norte do Atlântico Tropical. Depois disso, toda a bacia aqueceu, com aumento chegando a ultrapassar 1ºC na parte leste e na faixa longitudinal ligada à Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Segundo o pesquisador, esse aumento na temperatura pode sim ser associado ao aquecimento global e à elevação do nível médio do mar. Para os cearenses, o estudo é importante porque as temperaturas do Atlântico Tropical estão diretamente ligadas ao posicionamento da ZCIT, o que determina a qualidade da quadra chuvosa no Estado.

Paradoxo

Entre as observações, Servain notou que, paradoxalmente, enquanto o mar aqueceu, o sistema de ventos de superfície, conhecido como ventos alísios, ganhou força, especialmente a partir da década de 1980. O normal seria esses ventos perderem intensidade. Agora, o desafio é incrementar o trabalho no sentido de compreender melhor essa dinâmica entre temperatura e ventos, gerando mais informações para as análises que norteiam as previsões climáticas para a região.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
Guto Castro Neto - (85) 8814-4194
6 de junho de 2013


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