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União e estados visam criar Política Nacional de Secas

Órgãos reunidos em Fortaleza apontam direções para um plano de convivência com a estiagem

Para evitar uma futura repetição dos problemas que a sociedade brasileira enfrenta com o atual ciclo de estiagem (2012 – 2013), notadamente na região Nordeste, estão reunidos em Fortaleza, Ceará, representantes de órgãos da União e dos estados com objetivo de apontar direções para a formatação de uma Política Nacional de Secas. Eles participam do “Seminário sobre Secas, Impactos e Respostas”, que acontece até o dia 30 de outubro na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

 

 

O objetivo de um plano de abrangência nacional é atuar em diversos setores, como agricultura, pecuária, meio ambiente, recursos hídricos, meteorologia, defesa civil, pesca, energia, ciência e tecnologia, sempre com articulação e cooperação entre as esferas nacional, estaduais e municipais. 

“Começamos a discutir esse Plano Nacional em 2010, durante a ICID + 18, que aconteceu aqui em Fortaleza. De lá para cá, visitamos todos os estados do Nordeste, para ter noção da atual situação e participamos de reuniões e eventos internacionais debatendo essa problemática e unindo esforços com entidades como o Banco Mundial. Espero que esse seminário não seja só mais um evento. O que queremos é que sejam apontados os problemas em todos os âmbitos e que sejam feitas proposições, e que sejam assumidos compromissos com uma agenda de ações. Estive no Interior do Ceará em março e percebemos, já naquela época, durante a estação de chuvas, a continuidade deste ciclo de seca. Imaginem como está agora, durante o segundo semestre que tem como característica a ausência de chuvas”, afirmou Eduardo Sávio Martins, presidente da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), na abertura do Seminário.

 

 

Ações emergenciais

Além da discussão do Plano Nacional de Secas, o evento também deve reforçar a importância de ações emergenciais para comunidades que sofrem hoje com a escassez de água. “Há quem critique a atuação dos carros-pipa, por exemplo. Mas entendo que, assim como é fundamental sairmos deste evento com diretrizes para uma política abrangente e de longo prazo para o convívio com a seca, não podemos deixar de levar água para as pessoas que não têm mais disponibilidade em seus reservatórios. A maior parte dos açudes cearenses está em situação crítica e algumas cidades estão à beira de um colapso. Temos que reforçar essas ações emergenciais, sabendo que não podemos atuar somente nessa frente”, disse o governador em exercício do Ceará, Domingos Filho. 

Uma das metas dos participantes é documentar a seca de 2012-2013, discutir a experiência do Nordeste e de outros lugares do mundo no enfrentamento de secas e extrair lições que possam ser úteis para melhorar a convivência e aumentar a resiliência do Nordeste ao fenômeno, promovendo melhor adaptação às variações atuais e futuras do clima. O Seminário sobre Secas, Impactos e Respostas é organizado pelo Governo do Estado do Ceará e pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Apoiam o Evento o Banco Mundial, Ministério da Integração Nacional, Banco do Nordeste do Brasil e Federação das Indústrias do Estado do Ceará.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
Guto Castro Neto - (85) 8814-4194
28 de outubro de 2013

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