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Avançam discussões sobre Política Nacional de Secas

Órgãos nacionais e estaduais estão reunidos em Fortaleza para propor diretrizes

Foi iniciada hoje a segunda fase de reuniões entre Banco Mundial e órgãos federais e estaduais para que seja elaborado um Plano Nacional conta a estiagem no Semiárido brasileiro. O “Workshop em Políticas de Secas: Lições, Opções e Próximos Passos para o Brasil” acontece até amanhã, na sede do Banco do Nordeste, em Fortaleza, e dá sequência às discussões que aconteceram no fim de outubro passado, onde as instituições traçaram um panorama do atual ciclo da seca (2012 – 2013), mostrando a situação e as dificuldades de cada estado afetado pelo problema. 

 

“Neste momento, estamos numa reunião preparatória onde os órgãos do Governo Federal e dos estados buscam se ajustar em torno de uma proposta comum, pensando no melhor formato para uma política de secas. Há muitas propostas, com modelos variados, mas teremos que saber escolher aquela que seja capaz de corresponder às expectativas da região”, disse José Machado, assessor especial do Ministério da Integração Nacional (MI).

Para Eduardo Martins, presidente da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o momento exige que as diferenças institucionais sejam deixadas de lado e que a articulação entre os órgãos seja efetiva. “O momento é crítico. O Nordeste está numa sequência de dois anos de seca severa e o Brasil ainda tem fragilidades no monitoramento, na previsão e nas respostas para eventos extremos como este. É fundamental que reconheçamos essas fragilidades e não deixemos essa discussão morrer”. 

Mobilização

A seca que atinge o Semiárido brasileiro, em especial à Região Nordeste do País, é a mais grave dos últimos 50 anos, segundo o Governo Federal. O cenário vem gerando uma mobilização em todas as esferas do poder público, tanto em caráter emergencial, como em intervenções de longo prazo. O Exército Brasileiro, com a parceria das defesas-civis estaduais e municipais, intensificou a atuação dos carros-pipa, que levam água às comunidades sem abastecimento normal. 

No Ceará, onde acontece o Workshop, desde o ano passado, o Comitê Integrado de Combate à Seca realiza reuniões multisetoriais todas as segundas-feiras, planejando ações como distribuições de grãos e gerenciamento dos recursos hídricos armazenados. O Governo Estadual investe em infraestrutura de interligação entre bacias hidrográficas e açudes para evitar um colapso de abastecimento em algumas cidades, já que os níveis dos reservatórios estão baixos, muito em situação crítica.

Para Erwin De Nys, representante do Banco Mundial no Workshop, todas essas ações são necessárias, mas não são suficientes em longo prazo. “Estamos aqui para promover uma discussão também sobre a governança dessas ações. Os comitês de seca, por exemplo, tendem a se desmantelar quando a estiagem passa. Achamos que é de fundamental importância pensarmos no futuro, contando com o esforço das instituições e aperfeiçoando o conhecimento nas questões climáticas”.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
Guto Castro Neto – (85) 8814-4194
2 de dezembro de 2013

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