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Projeto da Funceme vai compor Atlas mundial da Desertificação

Documento será atualizado até o fim deste ano, sob coordenação da UNCCD

Em novembro de 2012, a Décima Conferência das Partes (COP 10) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos de Seca (UNCCD) solicitou ao Comitê de Ciência e Tecnologia (CST) da Convenção que empreendesse esforços no sentido de atualizar o Atlas Mundial da Desertificação, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), em 1997. A atualização está sendo concluída e a previsão é de que a publicação aconteça ainda em 2014.



A nova versão terá informações sobre o Projeto “Recuperação de Área Degradada em Processo de Desertificação na Sub-Bacia Hidrográfica do Riacho do Brum no Município de Jaguaribe-CE”, realizado pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). A ideia de incluir o projeto cearense veio do assessor técnico do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), José Roberto de Lima. O CGEE é uma das instituições que elaboram a atualização do Atlas e tem parceria de longa data com a Funceme.

“O projeto do Brum será publicado como estudo de caso. Fiquei responsável por publicar a parte política do Atlas, sobre os avanços mundiais nas últimas décadas. Na última reunião do Comitê, sugeri que fosse incluído o projeto da Funceme e todos acataram”, informou José Roberto de Lima, referindo-se à reunião do Comitê Novo Atlas, realizada de 22 a 26 de setembro, na Universidade de Lanzhou, na China.

Evolução

O assessor técnico do CGEE prevê que uma nova versão do atlas, atualizada e pronta para publicação, esteja disponível até o fim do ano. Ele também destaca o trabalho conduzido pelo comitê, que surgiu como demanda da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos de Seca (UNCCD), realizada em 2012, na Coréia do Sul. “O grande ganho do processo foi entender como a desertificação evoluiu nos últimos anos. O novo atlas traz esses dados bem definidos, com um nível de detalhamento muito maior que o anterior”, avalia.

A importância do atlas, assim como da atualização do mesmo, reside no fato de que ele é subsídio para tomadas de decisão. “Quando se diz: ‘é provável que, em 5 anos, o semi-árido brasileiro se torne deserto’, isso significa que a tendência é essa se nada for feito”, diz Lima. “É necessário haver políticas e ações adequadas, condizentes com a realidade e embasadas em um processo de conhecimento muito bem sustentado”, completa.

O assessor explica que, no caso da desertificação, o Atlas Mundial representa esse conhecimento. “Esse trabalho não se consubstancia apenas em um atlas, mas em um instrumento para tomadas de decisões coerentes por parte dos governos”, pondera.


Fonte: CGEE
20 de outubro de 2014

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