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Trimestre abril, maio e junho deverá ter chuvas irregulares no Ceará

Novo prognóstico da Funceme também mostra maior probabilidade de chuvas abaixo da média

Desde novembro do ano passado, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) lança prognósticos climáticos mensais para avaliar as chuvas de 2015. Agora em março, foram realizadas novas análises das condições oceânicas e atmosféricas e, assim como nas quatro previsões anteriores, a constatação é preocupante: a maior probabilidade é de que as chuvas fiquem na categoria abaixo da média entre os meses de abril, maio e junho no Ceará, o que sugere precipitações irregulares tanto no tempo, com ocorrência de veranicos, quanto no espaço, com divisão heterogênea entre as macrorregiões.

“Existe uma possibilidade de a parte centro-sul do Estado, notadamente as regiões do Cariri e dos Inhamuns ficarem com chuvas mais perto da categoria em torno da média histórica. Mas, vale lembrar que são regiões com médias mais baixas, o que significa que atingem essa categoria com menos precipitação”, informou Eduardo Sávio Martins, presidente da Funceme.



Segundo a previsão recém-elaborada, no próximo trimestre a probabilidade de chover abaixo da média histórica do período é de 49%. Para a categoria em torno da média, a possibilidade é de 44% e a chance de as precipitações serem acima da média é de apensas 7%. O período analisado corresponde à segunda metade da estação chuvosa (abril e maio) e o primeiro mês da pós-estação chuvosa (junho).  

No Ceará, a média histórica do trimestre analisado é de 311,7mm, sendo 184,3mm de abril, 89,9 de maio e 37,5 de junho.

O presidente da Funceme frisou ainda que, mesmo com o prognóstico apontando para um trimestre com precipitações abaixo da média, devem ocorrer eventos de chuva. “Algumas pessoas confundem a expressão chover abaixo da média com zero de chuva. A previsão fala do acumulado de três meses e, obviamente, haverá precipitações nesse período, algumas podendo até ser intensas. Mas provavelmente não serão suficientes para atingir a categoria em torno da média histórica”.  

Condições desfavoráveis

Ainda persiste um sinal de El Niño (aquecimento anômalo das aguas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial), que dificulta a formação de nuvens de chuva no Norte do Nordeste do Brasil, incluindo o Ceará. Além disso, a configuração entre as temperaturas da parte norte e da parte sul do Atlântico Equatorial não está favorável para a atuação constante da Zona de Convergência Intertropical, que é o principal sistema atmosférico que provoca precipitações nessa época do ano no Ceará.

“Desde dezembro de 2013, a Funceme manifestou preocupação com o El Niño em 2015. Informamos isso ao governo, que, através de medidas emergenciais e do planejamento de ações permanentes, busca amenizar os efeitos da seca prolongada que começou em 2012”, ressalta Martins.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
17 de março de 2015
 

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