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Seca no Ceará está menos grave em 2017, mas ainda preocupa

Segundo o Monitor de Secas do Nordeste, em junho do ano passado, Estado tinha 100% do território com alguma condição de seca. Em junho de 2017, esse número caiu para 64%
 
Após cinco anos com sucessivas quadras chuvosas abaixo da média histórica, em 2017 o período principal de precipitações no Ceará (fevereiro a maio) foi encerrado em torno da média, com desvio percentual de -7,7%, equivalente aos 554,5mm que caíram no Estado durante o quadrimestre. Ainda que não tenha sido uma excelente quadra chuvosa, alguns impactos positivos podem ser percebidos no Monitor de Secas do Nordeste (MSNE), cujo mapa mais atual, de junho de 2017, elaborado pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) aponta redução de severidade da seca na comparação com junho de 2016.





De acordo com Meiry Sakamoto, supervisora do Núcleo de Meteorologia da Funceme, é perceptível a diminuição da estiagem na comparação dos mapas acima, pois no de 2016, 100% do território cearense estava com alguma condição de seca enquanto no mapa do mês passado, a área com seca corresponde a 64% no Ceará. “Certamente é reflexo positivo de uma quadra chuvosa em torno da média histórica, mas, infelizmente, devido à irregularidade das precipitações neste ano, essa melhoria não foi observada no Estado todo”.

A meteorologista destaca que o Centro Norte do Ceará, onde ficam as macrorregiões mais atingidas pelas chuvas em 2017, está numa situação mais confortável que o Centro Sul, onde ficam macrorregiões como o Cariri, que foi a mais afetada com a irregularidade das precipitações, com desvio percentual de -23,2%, seguida do Sertão Central e Inhamuns (-20,4%), da Jaguaribana (-15,5%). “A preocupação permanece pois os maiores reservatórios do Estado, como Castanhão e Orós, ficam situados na área que recebeu menos chuva, onde o aporte hídrico foi bem pequeno neste ano”.

Segundo semestre seco

É uma característica climática do Ceará a redução de precipitações e consequente estiagem no segundo semestre e a Funceme recomenda ainda mais cautela no uso da água até o fim do ano. “A Secretaria de Recursos Hídricos e o Governo do Estado está trabalhando com todos os esforços para garantir o abastecimento. Também temos um bom sinal da população, que tem se mostrado sensível ao problema e reduzindo o consumo. É um desafio para a gestão e para a sociedade atravessar esse período de seca desde 2012 sem aportes significativos. Toda economia de água é bem-vinda nesse momento”, avalia Sakamoto.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
18 de julho de 2017

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